quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Tesoureiro da campanha de Pimentel (PT) recebeu R$247 mil de empresa de Marcos Valério, operador do mensalão


Imagem: Celso Júnior/AE
O portal Bhaz, especializado em notícias de Belo Horizonte e Minas Gerais, rememorou o fato de que o tesoureiro da campanha do candidato Fernando Pimentel (PT), atual concorrente ao cargo de governador de Minas Gerais, foi citado pela Polícia Federal como um dos beneficiários diretos do mensalão. Ele teria recebido R$247 mil da SMP&B. Veja abaixo:

Em matéria publicada pela revista Época em março de 2011, Pimentel foi citado em relatório da Polícia Federal como um dos beneficiários diretos do mensalão. Em 2004, a SMP&B fez um pagamento de R$ 247 mil a Rodrigo Barroso Fernandes, tesoureiro da campanha de Pimentel à Prefeitura de Belo Horizonte.
A campanha de Fernando Pimentel usa como sua principal arma uma denúncia de que Pimenta da Veiga teria recebido 300 mil reais de Marcos Valério. Mas Pimentel é que precisa explicar sua relação com Valério.
Imagem: Veja
Ao contrário de Pimenta da Veiga, que declarou o valor à Receita Federal, o tesoureiro de Fernando Pimentel se recusou a falar. Rodrigo Barroso chegou a ser intimado pela Polícia Federal, mas não respondeu a nenhuma pergunta dos investigadores. Disse que só falaria em juízo, a despeito das provas apresentadas. Na declaração de doações à campanha de Pimentel, não consta o nome da SMP&B entre as empresas doadoras.
Pimentel, disse não saber de nada. Procurado pela imprensa, declarou que não falaria nada sem conhecer o relatório da Polícia Federal. Rodrigo Barroso Fernandes, que após a vitória de Fernando Pimentel nas eleições foi nomeado presidente da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, também continua em silêncio. Para o delegado federal Luís Flávio Zampronha, que conduz o caso, o ex-tesoureiro age assim para “encobrir o verdadeiro beneficiário” dos recursos.
Imagem: Época
 Existem outros “misterios” de Pimentel além de seu envolvimento com Marcos Valério. Em agosto de 2011, quando já havia assumido o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no governo Dilma, ele foi flagrado no Hotel St. Peter, em Brasília, em um encontro com o ex-ministro José Dirceu, atualmente preso por crimes envolvendo o mensalão.
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Nesse mesmo ano, foram descobertas consultorias prestadas pela empresa P-21, de propriedade do petista, com valores superiores a R$ 2 milhões. Somente um dos trabalhos, feito para a Fiemg, custou R$ 1 milhão. Entretanto, dirigentes da entidade, segundo matéria do jornal O Globo, declararam desconhecer qualquer tipo de trabalho realizado pelo então ministro – e braço direito – de Dilma. (Bhaz)
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Luciana Castro
Política na Rede 
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