sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Jordânia executa prisioneiros após piloto ser queimado vivo pelo Estado Islâmico


O EI pedia a libertação da terrorista Sajida al Rishawi
Imagem: Reprodução / TV Globo
A Jordânia executou dois prisioneiros condenados por terrorismo em reação à morte do piloto queimado vivo pelo grupo radical Estado Islâmico. O governo jordaniano resolveu adotar o princípio do ‘olho por olho, dente por dente’.

A Jordânia prometeu uma resposta devastadora. Nas palavras deles, proporcional à magnitude da tragédia de todos os jordanianos, o que pode ser mais que até o ‘olho por olho’, porque o piloto morto vinha de uma tribo importante na Jordânia, que é uma das bases de sustentação do rei Abdullah.

Por causa disso, o rei voltou às pressas dos Estados Unidos, para comandar de perto a resposta ao Estado Islâmico, que já começou.

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Em uma prisão no sul da Jordânia, a terrorista iraquiana Sajida al Rishawi que o Estado Islâmico queria libertar foi morta por enforcamento. A Jordânia chegou a negociar a libertação dela em troca do piloto mas, como era esperado, os terroristas não cumpriram o acordo.

Além disso, a Jordânia executou um terrorista da al-Qaeda, preso desde 2008. Os dois foram enforcados horas depois da divulgação do vídeo que mostra o piloto Muath al-Kasasbeh, de 26 anos, andando com uniforme laranja, vigiado por homens armados. Depois, ele aparece em uma jaula e, na sequência, é queimado vivo.

A execução bárbara revoltou os jordanianos, que saíram às ruas em revolta contra o Estado Islâmico.

A Jordânia quer muito mais do que isso. Já tem outros dois terroristas no corredor da morte e promete fazer a terra tremer em uma reação, segundo eles, devastadora para o Estado Islâmico.


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