quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Reinaldo Azevedo ‘massacra’ Jean Wyllys após ele classificar grupos contra o PT como criminosos e os convocar para CPI


Imagem: Reprodução/Youtube
O jornalista Reinaldo Azevedo, da Revista Veja, publicou um artigo contundente contra o deputado Jean Wyllys, do PSOL, após ele classificar grupos contra Dilma e pelo impeachment como criminosos, convocando-os a depor na CPI dos Crimes Cibernéticos. Veja no vídeo a narração do artigo:




A farsa política de Jean Wyllys é tal que, dia desses, ele acaba descobrindo que nem é gay. Ou: Não importa o que ele faz de sua genitália, mas o que faz do Estado de Direito
Ah, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) não cansa de não me surpreender. Ele é membro da CPI dos Crimes Cibernéticos e apresentou um requerimento para ouvir, entre outros, o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Revoltados Online. Huuummm… Não por acaso, são dois dos grupos que convocam manifestações em favor do impeachment de Dilma.
Wyllys é um farsante político. Se ele realmente estivesse interessado em saber quem propaga o ódio na Internet, convocaria os sites e blogs sujos, que são fartamente financiados com dinheiro público para difamar políticos de oposição, membros do Judiciário, a imprensa independente, jornalistas que não se ajoelham para tocar flauta para o governo e, claro!, grupos que se opõem ao poder de turno, como o MBL e o Revoltados Online. Sempre lembrando que a Constituição garante o direito à livre organização.
Mas dizer o quê? Eis Jean Wyllys, o ex-Big Brother que era um gay local e decidiu ser um gay em rede nacional quando isso se lhe mostrou útil, não é mesmo? Afinal, posar de vítima, de perseguido, estava valendo uma bolada. E ele acabou levando. Tentou a vida de artista, naufragou e preferiu a de demagogo. Elegeu-se deputado com menos de 13 mil votos e foi reeleito, aí sim, com muitos milhares. Tinha ganhado o picadeiro.
Wyllys está interessado nas fontes de financiamento dos que protestam contra Dilma? Ora, ora… A tática não é nova. É a prática do chavismo para perseguir os adversários. Por que ele não convoca para a CPI quem usa dinheiro da CEF, do Banco do Brasil e da Petrobras para difamar pessoas? Respondo: porque a difamação feita pelos blogs sujos é do interesse de Jean Wyllys e de sua turma. Esse cara, que decidiu ser gay nacional por conveniência, também é psolista por conveniência: no fim das contas, é mais autoritário e rombudo do que qualquer petista mixuruca, embora pose de libertário. Até onde sei, esses movimentos não recorrem ao roubo, à extorsão e ao achaque para se financiar. A propósito: como ficou, Jean Wyllys, o caso da deputada estadual Janira Rocha (PSOL-RJ), que confessou numa gravação ter desviado dinheiro de sindicato para se eleger? É esse o partido que bate no peito em nome da moralidade?
Mas atenção: não estou aqui a dizer que, se todos são imorais, ninguém pode apontar o dedo contra ninguém. Nada há contra os movimentos que Wyllys quer perseguir. Mas já há uma penca de coisas contra o seu partido. Jean Wyllys tem o péssimo hábito de perseguir aqueles que considera desafetos. E usa a causa gay como máscara do seu espírito autoritário. Como diz falar em nome de uma minoria discriminada, acredita, então, que tudo lhe é permitido. Não passa de expressão de um dos microfascismos resultantes da degeneração da esquerda. Se bem que, em Wyllys, até isso é falso. Ele também é esquerdista por conveniência.
Um dia ele vai descobrir que talvez nem seja gay. Vai tomar um baita susto, né? E, meus caros, convenham: tirem desse rapaz o seu estandarte, sobra o quê? Aliás, uma boa medida para saber se o parlamentar presta ou não presta é ignorar se ele é homem ou mulher, preto ou branco, gay ou hétero, corintiano ou palmeirense… A questão não é saber como o parlamentar usa a sua genitália, mas que uso faz do Estado de Direito.
Por Reinaldo Azevedo
O deputado Rogério Peninha Mendonça questionou, nas redes sociais, a razão de Jean Wyllys pedir que a imprensa seja vetada e que não haja plateia durante a audiência com líderes dos atos anti-Dilma, Revoltados ON LINE e MBL, e o responsável pelo perfil Faca na Caveira. “Na CPI dos Crimes Cibernéticos o deputado Jean Wyllys quer ouvir os responsáveis pela página - EM REUNIÃO FECHADA AO POVO E SEM PRESENÇA DA IMPRENSA. Será que ele está com medo de passar vergonha em público?”, questionou Peninha. Jean Wyllys convocou tais grupos alegando que eles seriam reincidentes autores de “crimes virtuais”, afirmando até que iriam sair da CPI “algemados”. Assista ao vídeo:


Durante sessão da CPI dos Crimes Cibernéticos, o deputado Jean Wyllys tentou enquadrar grupos de oposição ao governo Dilma como criminosos ao requerer a convocação dos mesmos para depoimento. Em resposta, o deputado Marco Feliciano o replicou: “Não há qualquer crime registrado contra esses grupos, são grupos que convocam protestos contra o governo e chamá-los de criminosos é leviano”, afirmou ele. Assista:


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Redação
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