quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Janaina aponta incoerência no cancelamento da delação da OAS


Imagem: Reprodução / TV Cultura
Há algo de muito suspeito na decisão de Rodrigo Janot de cancelar a delação de Léo Pinheiro em razão de um vazamento. A advogada Janaína Paschoal defende que a delação do ex-presidente da OAS seja retomada. Com isso, o conteúdo poderia ser conhecido, desfazendo as suspeitas que recaem sobre a indignação dos envolvidos.

Em seu Twitter, ela declarou: “Não vejo razões para suspender a delação que vinha sendo negociada com uma das construtoras. Pelo bem do próprio Ministro e pela confiança na justiça, a delação deve ser autorizada, agora, ainda mais. Como saber se quem vazou não o fez mesmo para inviabilizar o acordo?”

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A falta de coerência é óbvia, tal como apontada pela advogada: “O próprio Ministério Público Federal, em várias manifestações, tem deixado claro que a forma não deve prejudicar o conteúdo. Ora, por que esse preciosismo, justamente em torno de tão importante colaboração premiada? A melhor maneira de esclarecer os fatos é deixar que o acordo siga e, tão logo a colaboração esteja completa, que se retire o sigilo.”

Janaína também lembrou o caso de Delcídio Amaral, que teve a delação homologada mesmo após vazamentos pela imprensa: “No caso do Senador Delcídio, mesmo a defesa tendo solicitado a manutenção do sigilo, sua delação foi imediatamente tornada pública. Independentemente de quem venha a ser implicado, há razões para estranhar. O sigilo absoluto só vale para este caso?”

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