segunda-feira, 8 de maio de 2017

CONSPIRAÇÃO NO CONGRESSO: 'Golpe de Rodrigo Maia para evitar eleições em 2018 foi impedido pela revolta do povo na web', afirma Levy Fidelix


Imagem: Montagem Ilustrativa / Política na Rede
O presidente do PRTB, Levy Fidelix, acusou diretamente o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, de articular um golpe para prorrogar o mandato de Temer. De acordo com Fidelix, Maia seria dissimulado e estaria "testando" se a população está atenta. Haveria, dessa forma, uma articulação para prorrogar o mandato do presidente Michel Temer mais 2 anos, além de estender, também, o mandato de deputados e senadores.

Conforme relatou o Jornal do Brasil, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), assinou nesta quarta-feira (3) um ato que determina instalação de uma comissão especial para elaborar um parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 77-A) de 2003, de autoria do deputado Marcelo Castro (PMDB), que põe fim à reeleição majoritária e determina a simultaneidade de eleições para presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores, além de estabelecer mandato de cinco anos (dez para senadores).

"Trata-se de um golpe hediondo! Querem evitar que os movimentos liberais, de direita, honestos, ocupem seus lugares na política formal. Querem manter as velhas oligarquias corruptas no poder que ocupam há décadas. O plano é acabar com as candidaturas de direita, como a minha, a de Bolsonaro e a de Doria. Esperam dar um tempo para a população esquecer e tudo 'esfriar' e voltar ao que era antes", disparou Fidelix sobre o caso. 

De acordo com Fidelix, o esforço em dizer que tudo se tratava de um mal-entendido seria tão-somente uma forma de acobertar mais uma tentativa de golpe contra a nação brasileira.


O deputado petista Vicente Cândido, em reação à larga polêmica nas redes sociais, declarou: "Em atenção à notícia veiculada pelo portal Brasil 247 intitulada 'Golpe 2.0: Maia abre caminho para cancelar as eleições de 2018', esclareço que a PEC 77/2003 do deputado Marcelo Castro foi lida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (PMDB-RJ), atendendo solicitação da Comissão Especial da Reforma Política. Eu, como relator, junto ao presidente Lucio Vieira Lima (PMDB-BA) – com anuência dos membros do colegiado – escolhemos esta proposição por ser matéria correlata com o tema da comissão especial para que possamos deliberar sobre a Proposta de Emenda à Constituição presente no relatório apresentado em abril na atual Comissão da Reforma Política. Desta maneira, a instalação desta Comissão de PEC ocorre de maneira simbólica uma vez que apresentaremos um substitutivo que institui, entre outras medidas, a descoincidência das eleições a partir de 2022 (em anos separados para executivo e legislativo), fim dos cargos de vice, mandato de dez anos para representantes das Côrtes e adoção do sistema distrital misto nas eleições a partir de 2026".

Fidelix não se convenceu. "Ninguém aqui cai em conversa fiada! Estamos falando de gente oblíqua, sorrateira, dissimulada, se o povo brasileiro descansar por um minuto, eles montam em cima mesmo! Querem, a todo instante, passar a perna no povo honesto", respondeu.

"O próprio Maia, até o momento, não explicou até hoje se é brasileiro ou chileno, não poderia, inclusive, estar na linha sucessória! Não é brasileiro nato e é presidente da Câmara, está na linha sucessória da Presidência da República. Até hoje não se demonstrou se a nacionalidade foi registrada na embaixada ou no Brasil. Não está claro! Será que, dentro da Lei da Imigração, agora terá benefícios? Será que também há lobby do chileno Maia para esta nova e polêmica lei?", questionou o homem do aerotrem.

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