domingo, 11 de fevereiro de 2018

Ex-presidentes, mesmo cassados, têm 40 assessores à disposição, pagos pelos contribuintes


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
A Câmara vai analisar projeto que acaba com o direito vitalício de ex-presidentes da República de manter oito assessores pagos pela União. Até mesmo os que foram cassados, como Fernando Collor e Dilma Rousseff, podem ter quatro seguranças, dois carros com motoristas e dois ajudantes. Para garantir a estrutura a Sarney, Collor, FHC, Lula e Dilma, o custo anual é de R$ 5,5 milhões. Autor da proposta, o tucano Wherles Rocha diz que, diante da “grave crise econômica”, servidores deveriam ter funções “mais relevantes que acompanhar ex-presidentes”.


O assunto voltou à tona depois que Lula foi condenado à prisão. A lei que garante o benefício aos ex-presidentes não prevê nenhuma hipótese de suspensão. Foi o petista que aumentou de seis para oito o número de assessores em 2008.

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No total, a União põe à disposição 40 funcionários (8 para cada um) e 10 veículos oficiais para atender os cinco ex-presidentes da República.

O projeto do deputado Rocha será analisado conjuntamente com o do deputado Cabo Sabino (PR-CE) na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Sabino quer dar aos ex-presidentes o direito a dois seguranças.

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Andreza Matais

O Estado de S. Paulo
Editado por Política na Rede
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