quarta-feira, 1 de agosto de 2018

General Paulo Assis faz alerta: ‘Estamos na iminência de virarmos uma Venezuela. A aliança patriótica democrática cristã poderá salvar o brasil do comunismo’


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O General da reserva Paulo Assis, filiado ao PRTB, divulgou um áudio aos militantes, em que pede a cooperação em campanhas pelo voto consciente, contra o voto nulo e o voto em branco. Para o general, o Brasil está na iminência de "virar uma Venezuela", mas a participação popular pode mudar este cenário, através do voto. Assis sugere que "as redes sociais intensifiquem uma campanha eleitoral a favor dos candidatos não envolvidos na Lava Jato".


Leia abaixo a mensagem do general Paulo Assis: 

Meus amigos, é triste dizer que o Brasil está à deriva; a saída seria uma ruptura institucional. Só não vê quem não quer. As instituições não estão funcionando. Estão, outrossim, muito bem aparelhadas, ou seja, estão funcionando contra o Estado e a favor do crime, e o pior, a serviço da ideologia socialista-comunista. Só isto já daria um motivo para a intervenção militar, desde que o povo fosse para as ruas, pois muito mais perigoso do que a corrupção é a socialização comunista, travestida de democracia. 
Até há pouco tempo, eles agiam camuflados, às escondidas, mas o aparelhamento em todos os campos do poder foi tão grande que hoje agem abertamente, infiltrados que estão nas universidades, no Judiciário, no Legislativo, no governo, na cultura, na mídia, no povo míope e comprado, só nos restando como tábua de salvação as Forças Armadas. 
Tudo isto faz parte de um plano muito mais audacioso do que o Lula pode representar. Assim foi em Cuba e, recentemente, na Venezuela. E assim avançam na América Latina, com o Foro de São Paulo, implantando, lenta e gradualmente, as teorias de Gramsci. 
Dentro desse conceito, a soltura do Lula até que seria a gota d'água, motivando a intervenção. Porém, é uma faca de dois gumes, e eles sabem disso, e não querem correr o risco. Tentaram, mesmo sabendo que não teriam êxito, aproveitando o juiz plantonista de fim de semana da segunda instância. E agora vão tentar novamente, na instância superior, aproveitando a vacância da presidente do Supremo e a assunção interina de outro juiz oportunista. 
Já tentaram o primeiro balão de ensaio, que foi a soltura do José Dirceu, e o povo não reagiu. Se soltarem o Lula, até aposto na intervenção militar, mas creio que a inteligência maquiavélica esquerdista não permitirá essa oportunidade, e irão recuar, principalmente se sentirem a pressão popular. Porém, recuar não significa desistir. Estamos na iminência de virar uma Venezuela. 
Há solução? Há sim. Temos um trunfo que não está sendo usado, que é o povo que está acomodado. O povo verde e amarelo tem que sair do ostracismo. Se o povo não for para as ruas exigir a intervenção, que as redes sociais intensifiquem uma campanha eleitoral a favor dos candidatos não envolvidos na Lava Jato. 
Vários partidos que comungam de princípios semelhantes, anticomunistas, estão criando uma aliança patriótica democrática para a disputa presidencial em torno de um candidato único que tenha grandes chances de chegar ao poder. Poderão também lançar quantidades expressivas de candidatos a deputados federais e estaduais, e candidatos a governadores e senadores, em praticamente todos os estados, formando no futuro uma bancada de peso de patriotas não envolvidos em corrupção, pois o povo já cansou dos que fazem da política uma profissão trampolim para a corrupção. 
Temos que fazer também uma campanha contra o voto nulo, contra o voto em branco e contra a abstenção, pois será eleito quem obtiver a metade mais um dos votos válidos. Se não tem opção, vote no menos conhecido, mas não deixe de votar. A esquerda está fazendo a campanha do voto nulo para prevalecer o voto esquerdista, pois eles não deixarão de votar. Também devemos continuar a pressão a favor do voto impresso e contra a apuração secreta. 
O clamor do povo pode salvar o Brasil. Não importa de que tendência seja, pois o objetivo comum é a luta contra a comunização do País. A união do bem faz a força.
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