terça-feira, 4 de setembro de 2018

Arquiteto denunciou ao MPF, em julho, risco iminente de incêndio no Museu Nacional


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
Um arquiteto, cujo nome é mantido em sigilo, fez ao Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro uma denúncia de que havia risco iminente de incêndio no Museu Nacional. O relato foi feito em 27 de julho passado. Ou seja, 37 dias antes das chamas destruírem o acervo do prédio histórico.

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No documento, o denunciante informava que era urgente a vistoria no local: "Principalmente, no terceiro andar, para que se dê ciência à sociedade carioca e brasileira da real dimensão do risco que corre seu patrimônio", explicou na representação.

As informações foram recebidas pelo procurador da República Antonio Augusto Soares Canedo Neto, que pediu explicações à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pela gestão do Museu Nacional.

A UFRJ foi procurada para explicar por que demorou a responder ao MPF. Até o momento, a reportagem não obteve resposta.

No domingo (2), o Museu Nacional foi inteiramente destruído pelo fogo, juntamente com quase todo o seu acervo.

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Anne Lottermann e Leslie Leitão
G1
Editado por Política na Rede
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